Como fazer para ele arrotar e soltar gases

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O bebê é totalmente dependente da mãe e do pai e, mesmo o seu funcionamento fisiológico precisa ser supervisionado. 

Arroto

O arroto é a liberação de bolhas de gás pela boca, que gera um som e cheiro diferentes. Quando o bebê acaba de mamar, junto com o arroto, um pouco de leite pode acabar voltando. Esse líquido é a golfada que vem do estômago, e é o motivo da necessidade de sempre usar um pano quando pôr o bebê para arrotar. Tudo isso, é comum até os 6 meses, devido ao fato de o sistema digestivo dele ainda estar se desenvolvendo.

Se essas bolhas ficam presas no estômago, podem causar desconforto, e fazer o bebê se contorcer e chorar. O choro é a forma que ele encontra para avisar quando está cansado, com fome, com frauda suja ou entediados, o que torna difícil saber o motivo do choro. Por isso, o ideal é estimular o bebê a arrotar regularmente após cada mamada, prevenindo que engasgue com o leite ou regurgite.

Soltar pum também é importante, porque é outra forma do pequeno corpo dele acabar com os excessos de gases quando for possível. Além disso, ele ajuda a aliviar as cólicas.

Como fazer o bebê arrotar  

Há duas posições para fazer o bebê arrotar: uma por cima do ombro e a outra sentado no colo. 

Pelo ombro

Coloque o bebê por cima do ombro na vertical, de frente para você, com uma mão segurando. Então, vire de costas e de uns tapinhas com a palma da mão fique 20 minutos com ele em pé antes de deita-lo novamente. 

É importante que durante todo o tempo a cabeça do bebê fique apoiada.

No colo

O bebê deve ser sentado no colo, usando os braços e uma das mãos para apoiar o corpo e a cabeça. Com a outra mão dar uns tapinhas nas costas para que ele arrote.

Independente da posição, é preciso ter um pano na boca do bebê para caso ele solte um pouco do leite.

Como fazer o bebê soltar gases (pum) 

Há duas melhores formas de ajudar o bebê a soltar os gases e aliviar as cólicas é pressionar ou fazer massagem na barriguinha.

Pressionar o abdômen 

Para comprimir o abdômen, deite-o de barriga para cima e dobre os seus joelhos em cima dele, pressionando levemente. Mesa as perninhas como se ele estivesse pedalando no ar.

Massagem no abdômen

A massagem abdominal deve ser feita com suaves movimentos circulares, indo de cima para baixo, empurrando os gases para fora do corpinho.

Cólica

Se o bebê estiver sofrendo muito com as cólicas, você pode preparar um banho de imersão com temperatura entre 36ºC e 37ºC para relaxá-lo. O ambiente deve ficar silencioso ou com uma música mais suave tocando mais baixinho. Diminua a intensidade da luz, converse ou cante para ele.

Outra dica é passar uma fralda com ferro e coloca-la quente em cima da barriga. O calor age no fluxo sanguíneo e diminui o desconforto. 

Bebe com muitos gases, o que fazer?

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Os gases são algo comum e natural nos recém-nascidos, porém alguns têm maior facilidade em soltá-los para fora do que outros. Como comem toda hora, os bebês conseguem produzir uma quantidade ilimitada de gases. 

Eles podem ficar desconfortáveis quando ficam acumulados gases que precisam sair. Mas isso é raro.

O que é cólica?

As cólicas são contrações nos músculos que ficam na área abdominal e que fazem parte do desenvolvimento do bebê. Elas ocorrem devido ao acúmulo de gases. Aparecem nos primeiros três meses, pois é o período em que o organismo ainda está se acostumando a digerir o leite e o sistema digestivo não está completamente formado. 

No terceiro mês de nascimento, a criança termina o seu ciclo de 1 ano contando o período em que esteve no útero. No 4° mês, ele não é mais um recém-nascido e a flora intestinal está completamente formada e o sistema digestivo funciona melhor. Nesse momento, as cólicas deixam de aparecer.

Intolerância ao leite de vaca que a mãe bebe pode ser o problema

Uma das principais causas do excesso de gases em bebês é a intolerância à lactose, sendo mais comum nos pequenos do que nos adultos. Todas as pessoas nascem com a capacidade de digerir a lactose, porque o nosso corpo produz a lactase. Quando um bebê não produz a quantidade suficiente dela ou não produz nenhuma, ele tem intolerância à lactose. 

Os gases são um dos principais sintomas que vão aparecendo de acordo com a quantidade de leite materno ou de alimentos com lactose consumidos. Por isso, antes de medicar o bebê, é importante analisar a situação para saber se os desconfortos estão ligados à intolerância ou não.

APLV ou intolerância à lactose

É comum confundirem a APLV (Alergia à Proteína do Leite de Vaca) com a intolerância a lactose, mas eles são diferentes. A intolerância à lactose é a dificuldade em digerir a lactose, enquanto que a alergia ao leite acontece devido a uma reação alérgica à proteína que existe nele.

Os sintomas também são diferentes, quem possui intolerância pode ficar com a barriga distendida, com acúmulo de gases e dor abdominal; já quem for alérgico, além dos gastrointestinais, também, apresenta problemas na hora de respirar e na pele.

Ambos podem aparecer mesmo que o bebê só esteja ingerindo o leite materno, pois ele contém tanto lactose quanto proteínas do leite de vaca, se ela consome leite de vaca e seus produtos derivados.

Diagnóstico de intolerância à lactose

Para diagnosticar se há um quadro de intolerância, recomendado seguir uma dieta restritiva sem lactose por alguns dias. Se os sintomas sumirem, significa que o bebê tem intolerância à lactose. Mas, também podem ser realizados exames, com coleta de sangue e outros exames desconfortáveis para ele.

Quando ocorre a confirmação é necessário fazer algumas mudanças na alimentação. Caso o bebê se alimenta só de leite materno, a mãe precisa cortar os alimentos que possuem lactose e fazer substituições, que são facilmente encontradas nos mercados para comprar.

Assaduras – o que fazer

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Entre um dos principais problemas que podem aparecer logo nos primeiros dias e meses de vida de um bebê são as assaduras das fraldas. Elas são um grande incômodo, por isso é importante prevenir o aparecimento e tratá-las assim que aparecerem.

Como surgem as assaduras?

As assaduras dos bebês são uma reação inflamatória aguda, que aparece na região em que as fraldas ficam, e são causadas pelo contato prolongado com as fezes e a urina. Elas causam queimação e ardência na pele e podem ser classificadas em três tipos conforme o grau:

Leve

O local fica avermelhado, podendo ter uma descamação na pele e ficar com uma aparência mais brilhante;

Moderadas

Aparecem pequenas feridas no local, com bolhas ou bordas já esbranquiçadas;

Grave

Ficam feridas maiores e mais severas, que podem fazer a região até sangrar.

Normalmente, elas começam no grau leve, podem ser tratadas antes de se tornarem mais moderadas ou graves

A mistura de fezes e urina fazem com que algumas enzimas entrem em ação, deixando a pele irritada com maior propensão de infecção causadas por fungos. O fungo que aparece nessa região é a cândida, que entra e pode piorar a assadura, com feridas, coceira e ardência.

O que fazer quando ela aparece no bebê?

Elas podem aparecer a qualquer momento, pois são muitos comuns em bebês que passam muito tempo em contato com as fezes e a urina, devido a umidade e o atrito constante. Algumas crianças têm maior propensão para desenvolver as assaduras, mas existem maneiras simples de cuidar delas.

O tratamento é conforme o grau, e a procura pelo médico só é necessária em casos mais graves, em que os cuidados básicos e caseiros não causam efeito. Há diferentes técnicas podem ser utilizadas, mas o primeiro passo é aumentar a quantidade de troca de fraldas para que o problema não piore.

As principais medidas a serem tomadas são:

Deixar a região em exposição ao sol no período da manhã, por no máximo 15 minutos para ajudar na cicatrização;

Usar pomadas contra assaduras com base de óxido de zinco;

Passar suavemente óleo mineral para tirar o excesso da pomada e qualquer outra sujeira;

Colocar compressas de água morna na região por 15 minutos, três vezes ao dia. 

A fralda pode não ser a mais adequada para a pele do bebê, precisando da troca da marca que é utilizada.

Amido de milho 

Durante o tratamento, a pele deve ficar seca, sendo recomendado, criar uma barreira entre ela e a fralda. O amido de milho pode ser usado como secante e, como uma forma de fortalecer a proteção por cima da pomada de assadura.

Como prevenção, ele deve ser passado diretamente na pele ou misturado com pomada de tratamento ou com um óleo vegetal. Além disso, o amido também ajuda a evitar brotoejas, quando misturado com um copo de água e aplicado nas partes onde as crianças mais suam.

Mas, os talcos não devem ser usados, pode ser aspirado pelo bebê e causar doenças pulmonares. 

O que fazer quando os dentinhos começam a nascer?

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Normalmente, os primeiros dentes do bebê começam a aparecer entre 4 e 10 meses. Ele começa a ficar irritado, querendo colocar tudo na boca para ajudar a aliviar a dor e a coceira na gengiva. A quantidade de saliva e a baba, também aumentam, podendo haver algum tipo de machucado, sangramento ou inchaço, e até febre. Mas, a febre pode aparecer como uma possível infecção causada por bactérias, devido ao fato dele colocar mais brinquedos na boca para coçar a gengiva.

Existem algumas formas dos pais ajudarem a aliviar as dores.

Como aliviar as dores do bebê

Massagem de reflexologia

As massagens de reflexologia consiste de uma técnica que ajuda a aliviar a dor no bebê do nascimento de seus primeiros dentes de leite. O recomendado é que seja realizada depois do banho, porque o bebê estará quente, se sentindo confortável, mais limpo e relaxado. A massagem ajuda a diminuir a irritação do bebê por causa dos dentes. Para que ela alivie a dor, deve ser feita nos dois pesinhos, um de cada vez.

Primeiro, você deve pressionar delicadamente o polegar em círculos na parte de trás dos 4 dedos do pé, um a um, chegando até à base do dedinho.

Depois, pressione o polegar dobrado, da unha até à base do dedo, movimentando-se como uma minhoca deslizando. O movimento deve ser repetido por 3 vezes.

Para terminar, pressione delicadamente a zona entre cada dedo do pé do bebê. Isso irá permitir que o seu sistema imunológico e eliminar as toxinas para fora do corpinho dele, ajudando na prevenção das febres e das infecções.

Leite materno frio

Oferecer ao pequeno o picolé de leite materno, é um bom jeito de aliviar a dor do nascimento dos dentes, sendo muito nutritivo e refrescante.

Para fazê-lo, lave bem as mãos e limpe as auréolas, utilizado água e sabão. Retire o leite, eliminando os primeiros jatos de leite para começar a colocado em um recipiente esterilizado. Coloque o recipiente tampado em uma bacia com água fria e pedrinhas de gelo durante 2 minutos. Guarde-o no freezer, por até, no máximo, 15 dias. O picolé de leite só pode ser usado, no máximo, por até 2 vezes por dia.

Massagem na gengiva

Outra forma de aliviar as dores é fazer uma massagem suave na gengiva usando a ponta do dedo bem limpo. Além de ajudar na dor, o bebê acaba sendo distraído.

Brinquedos e outros alimentos frios

Outro método para aliviar a dor, é colocar brinquedos na geladeira e dá-los para o bebê. Caso ele já esteja comendo alimentos pastosos e tomando sucos, você pode servi-los mais frios para ajudar a criança.

Mordedores de borracha

Ofereça mordedores de borracha para que o bebê possa massagear a própria gengiva. Alguns possuem um gel dentro que permite um efeito ainda melhor quando colocados na geladeira.

Gel anestésico

uso do gel anestésico para aliviar o incômodo na gengiva da criança não é recomendado, porque ele causa o aumento da saliva e o efetivo acaba rápido. Além disso, a benzocaína encontrada na maioria dos géis para aliviar a dor da dentição, pode levar a uma má oxigenação dos órgãos.

Higiene da boca

A higienização e o cuidado devem começar antes mesmo que os dentes nasçam. O recomendado é passar uma gaze ou uma fralda limpa umedecida com água filtrada em toda a boquinha, passando pela gengiva, bochechas e língua, retirando os resíduos de leite.

Quando começarem a aparecer os primeiros dentes, você precisa de uma dedeira para uma melhor higienização. Utilize-a para fazer movimentos suaves, sendo um pré treino para a escovação, que começará a partir de 1 ano, usando uma escova de dente macia com pasta de flúor. A pasta de dente precisa de uma concentração de 1.100 ppm de flúor, com uma quantidade equivalente a um grão de arroz. Isso vai evitar que a criança tenha cárie.

E se os dentes ainda não estiverem nascendo?

O nascimento dos dentinhos de bebês pode demora, principalmente, nos prematuros. Porém, caso o bebê já tenha feito 1 ano de idade e não surgiu qualquer sinal de que o dente vai nascer, procure conversar com um pediatra sobre o assunto.

Quando começar a dar suco ao bebê?

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amamentação exclusiva até os 6 meses de vida é algo sempre indicado pelos pediatras, sendo que só a partir desse período devem introduzidos os outros   alimentos. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, os sucos de frutas para bebês devem ser oferecidos depois de completar o primeiro ano de vida. Mas, nem todas as mães seguem essa restrição. Alguns pediatras continuam recomendando que o suco deve ser introduzido na alimentação do bebê logo que completar o seu 6º mês.

Hidratação

O organismo sempre deve estar hidratado para que o organismo se mantenha saudável e, para isso, a melhor forma de é beber água ao longo do dia. Mas, quando se trata dos bebês, fica a dúvida sobre em qual momento de ser oferecido a água pela primeira vez.

Os bebês amamentados de forma exclusiva se hidratam por meio do próprio leite materno, que é 90% composto por água. Não existe a necessidade de qualquer complemento nos primeiros meses. A partir do 7º mês, a água pode ser inserida em livre demanda em um copinho próprio para ela.

Durante os dias muito quentes, para que ele não fique desidratado, o leite materno precisa ser oferecido mais vezes. Caso ocorram vômitos, diarreia ou o bebê tenha dificuldade para mamar, é muito importante estar atento aos sinais de desidratação, como boca seca, a moleira e os olhos mais fundos, muita irritabilidade, urina mais escura e de volume reduzido.

Os bebês que se alimentam de fórmula precisam tomar água desde do início. A água deve ser oferecida no intervalo das mamadas, mas sem obrigar. E, se os bebês não aceitarem, pode-se usar colheres e conta-gotas. Para definir a quantidade de r água é calcular 10% do volume em cada mamada para oferecer a água. Assim, se o bebê mama volumes de 150 mL de fórmula, ele precisará beber 15 mL de água por mamada.

Suco para o bebê

Como dito anteriormente, os sucos podem ser introduzidos após o primeiro ano de vida, desde que sejam naturais e sem açúcar e não ultrapassem a marca de 100 ml por dia.

Sucos artificiais com açúcar precisam ser evitados, porque contém alto teor glicêmico. Ele é composto pelo açúcar da fruta, açúcar industrial, conservantes, corantes, emulsificantes e sódio. Mas, caso seja necessário algo mais práticos, é importante ficar de olho no rótulo e às informações nutricionais. Sempre evite oferecer alimentos com alto teor de açúcar, sendo que existem diferentes tipos de sucos artificiais. O ideal é o suco em pó ou o pasteurizado.

Suco e frutas

O suco de frutas é saudável por ser natural, saboroso e é facilmente ingerido e aceito pelos bebês. Muitos pais deixam de dar a fruta em sua versão natural ou começam a substituir as refeições por uma mamadeira ou copinho com suco.

Esse tipo de situação, desestimula à mastigação e o suco perder as vitaminas e fibras que ficam na fruta in natura. Em algumas situações, a água que é fundamental e essencial para a saúde, é trocada pelo suco de frutas.

O suco nunca deve substituir as frutas ou a água.

Nutrição

Para fazer um suco natural, normalmente, é necessária uma certa quantidade de frutas. Isso, pode levar a uma carga calórica grande para o bebê. Além disso, a mastigação e a deglutição só se desenvolvem ao ingerir alimentos mais sólidos. O sabor, textura e consistência das frutas é bem diferente do suco, e ajuda na adaptação do bebê para a sua nova forma de se alimentar.

Lembre-se

Os sucos de fruta não podem ser oferecidos como forma substituição para as refeições e nem devem ser adoçados.

Os sucos não devem ser oferecidos em uma mamadeira, mas, sim, em copos infantis.

Os sucos não podem ser usados para tratar da diarréia e desidratação do bebê.

Um consumo elevado de suco pode aumentar as distensões do abdômen, as diarreias e as flatulências.

É preciso ter cuidado com horário, porque o consumo de suco de fruta, principalmente, no período da noite aumenta a possibilidade do desenvolvimento de cáries nos dentes.

A quantidade de suco deve ser limitada a 180 ml por dia. Só a partir dos 7 anos, o consumo pode aumentar para 200 a 350 ml.

Será que meu leite é suficiente?

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A produção de leite materno é uma coisa que preocupa muito as mães de primeira viagem. Recém-nascidos costumam mamar entre 8 e 12 vezes ao dia depois do quarto dia de vida. 

O que pode causar baixa produção de leite materno?

As mães podem ter dificuldade em produzir leite quando…

Ocorre uma perda de sangue excessiva na hora do parto ou há uma retenção de pedaços da placenta no corpo da mãe.

Existe um histórico de síndrome do ovário policístico, diabetes, distúrbios da tireoide ou outros distúrbios hormonais, que podem levar a uma baixa produção de leite.

A mãe possui hipoplasia mamária, em que a mulher não possui uma quantidade suficiente de tecido glandular mamário.

Já foram realizadas cirurgias mamárias antes ou houve um traumatismo da mama.

Como é sua produção? 

Conforme o leite desce, os seios começam com a produção do leite e, cada vez que ele é removido pelo bebê ou por extração, seios produzem mais leite. Isso significa que se o bebê começar a tomar mamadeira com fórmula, a produção pode reduzir, por não haver a remoção de leite da mama.

Em relação ao bebê, quanto maior for frequência e a eficácia da amamentação, mais leite será produzido. Se o bebê não tomar uma quantidade de leite suficiente durante a mamada, é fundamental que seja extraído com uma bomba regularmente para que a produção não pare.

Como saber se o bebê está mamando o suficiente?

Sinais de que é suficiente

Durante as primeiras semanas, o bebê mama em média de 8 a 12 vezes por dia.

Ocorre a sensação de maior leveza no seio ao fim das mamadas.

Depois de mamar, o bebê recém-nascido fica mais relaxado e satisfeito.

A quantidade de fraldas molhadas cresce a partir do quinto dia de vida.

Em 24 horas, o bebê suja entre seis e oito fraldas. 

O xixi do bebê é claro e sem cheiro.

É possível ouvir ou sentir que o bebê está engolindo o leite.

As fezes do bebê possuem uma coloração amarelo-mostarda, a partir do quinto dia de vida. 

O bebê permanece alerta no intervalo de cada mamada.

Sinais de falsa ideia de leite fraco

Se o bebê não pega a aréola completamente ou não consegue extrair o leite direito, pode ser que a pega não esteja certa. 

Se os mamilos estão rachados e a amamentação fica menos eficiente, não quer dizer que a produção está diminuindo.

O outro seio só deve ser oferecido se o primeiro parecer mais leve, indicando que o bebê o esgotou, e ingeriu a parte mais gordurosa e nutritiva, que demora mais para ser produzido.

Uma alimentação ruim pode levar a uma produção prejudicada, mas a qualidade dele pode se manter a mesma.

A consistência do leite varia e a cor pode mudar bastante com cada mamada, apresentando uma cor de amarelada a azulada no mesmo dia.

O aumento na frequência das mamadas, ao invés de ser por falta de leite, pode ser o resultado do pico de crescimento, em que o bebê precisará de mais energia.

Obs.: seja como for, o melhor é beber bastante líquido e procurar por orientação especializada.

Sinais de que não é o suficiente

O seio continua a parecer pesado depois da mamada.

Se na bochecha não parecerem covinhas enquanto ele mama, e se os mamilos ficarem machucados.

O bebê não suje pelo menos seis fraldas dentro de 24 horas a partir do quarto ou quinto dia, e/ou fazer cocô com apenas em bolinhas pequenas e escuras aparecendo. 

O bebê não consegue recuperar o peso que perdeu no parto até o fim da segunda semana de vida.

A pele e os olhos ficam mais amarelos depois da sua primeira semana. 

O rosto não começa a ficar mais arredondado dentro das 3 semanas.

Depois de mamar o bebê não parece satisfeito.

A pele permanece enrugada depois do fim da primeira semana.

Sinais de alerta 

O bebê não se mexe, ficando parado, na maior parte do tempo, com dificuldade em despertá-lo para mamar. 

O bebê não molhar no mínimo 3 fraldas em 24 horas.

O bebê começa a ter febre.

Obs.: procure o pronto socorro, se bebê molhar menos de 6 fraldas em um dia.

Por que meu bebê chora tanto?

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É comum os bebês mais novinhos chorem bastante, porque, ainda é, a forma de comunicação deles com os adultos. Quando eles choram e não se sabe muito sabem o porquê, surge um grande desespero na hora de identificar o motivo. Mas existem alguns motivos que são os mais comuns.

Fome

Esse é o motivo mais comum para um bebê recém-nascido chorar, sendo que quanto menor for, maiores são as chances de as lágrimas serem motivadas pela fome. O estômago deles são pequenos e não conseguem absorver uma quantidade grande de leite. Nesse caso, os outros sinais são: colocar a mãozinha na boca, ficar procurar pelo seio com a boca e a cabeça, se movendo de forma inquieta.

Ofereça leite e espere um pouco, pois ele pode não parar de chorar na hora. É preciso deixá-lo mamar e conforme a barriguinha vai se enchendo, ele volta a se acalmar. Se ele já estiver cheio, mas, ainda, continua chorando, é preciso prosseguir com a averiguação.

Fralda cheia

Existem crianças que não costumam chorar quando a fralda está suja, enquanto que outros choram para serem trocados logo, ainda mais, se ele estiver assado. É importante sempre verificar a fralda da criança e trocar se estiver suja.

Sono

Mesmo estando cansados, os bebês podem encontrar dificuldades para fecharem os olhos e dormir tranquilamente. E quanto mais cansados ficam, sem conseguir adormecer, maior é a irritação e agitação deles.

Ninar o bebê, com a luz fraca ou apagada e cantar, pode ajudá-lo a se acalmar para dormir. Além disso, ele pode relaxar com um banho morno e criação de uma rotina de sono, com o uso do berço só para dormir, com uma roupa confortável e que não machuca, e evitando fazer barulho ao máximo para que não acorde.

Arroto

Se um bebê chora depois de mamar, pode ser que esteja com arroto preso. Nesse caso, ele deve ser colocado na posição vertical e dar tapinhas nas costas, e esperar por uns dez minutos.

Dor de barriga

O bebê possui um sistema digestivo que, ainda, está se desenvolvendo. Por isso, é comum que ele chore por estar sentindo cólica, causada pelo acúmulo de gases ou dificuldade para fazer cocô. Em alguns casos, ele pode chorar por causa do refluxo, em que o leite fica voltando e provoca dor e desconforto.

Quando sente dor de barriga, normalmente, o bebê fica vermelho ou chora logo depois de mamar. Para que ela passe, o pediatra pode indicar o uso de gotas antigases para aliviar a dor. Fazer uma massagem, colocar uma bolsa de água quente na barriga do bebê, movimentar as perninhas como se ele estivesse pedalando ou oferecer a chupeta ou seio, podem ajudar a aliviar a dor.

Quer colo

Alguns bebês apresentam uma maior necessidade de serem pegos no colo para se sentirem mais protegidos com um contato físico. Sendo assim, se ele já estiver alimentado, com fralda trocada, mais, ainda, continua chorando, pode ser que só queira ser pego no colo.

Para ajudar, vale apena usar o canguru ou o sling, que mantêm o bebê próximo, e deixam as mãos para livres. Outra estratégia é deixá-lo enrolado em uma manta mais leve ou colocá-lo em um moisés ou o carrinho.

Temperatura

Muitos bebês recém-nascidos não gostam de ficar sem roupa para a troca ou na hora de tomar banho. Eles, ainda, não estão acostumados com o contato do ar com a pele.

Porém não deve haver exagero na quantidade de roupas, para que a criança não fique com calor. A melhor forma para saber a sua temperatura é sentir o calor na barriga dele. Quando ela estiver quente e com suor, é só tirar um pouco da roupa, e quando estiver fria, é só o agasalhar mais.

Nascimento do dente

O período do nascimento dos dentes é longo e irrita bastante os bebês. Caso o bebê esteja chorando mais do que o normal, é bom colocar os dedos na boca dele para sentir se o dente já pode ser sentido na gengiva.

Não se sente bem

Se nada deu certo, o bebê pode estar com dor. Quando o bebê está com dor, ele chora de forma diferente, ou pode ficar em silêncio ou quieto demais.

Incômodo do nascimento dos dentes – O que fazer?

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O nascimento dos dentes de leite pode ser um período tenso para os pais. Os bebês costumam ficar mais enjoadinhos e choram bastante. Mas, ainda assim, é um momento bem aguardado, pois representa uma fase de transição

Sintomas

Os sintomas podem variam de lugar, podendo aparecer só uma vermelhidão, coceira, irritação no local do nascimento, irritabilidade no humor, distúrbio gastrointestinal, febre, alterações na pele fica ao redor da boca, ansiedade e diarreia.

Desenvolvimento dos dentes do bebê

É, ainda, durante a gestação que aparecem os botões dentários do bebê, que são a base para os dentes de leite. Eles começam a se romper na superfície da gengiva por volta dos 3 aos 12 meses. Mas, o mais comum, é que o primeiro dentinho comece a apontar na boquinha do bebê por volta de seus 6 meses, que também é o momento em que a alimentação com alguns alimentos sólidos inicia. 

Em bebês mais precoces, o primeiro dente a se romper é o central inferior, por volta dos 3 meses de vida. Já os bebês mais atrasados podem ter o primeiro dente apenas ao completar 1 ano de idade. Há casos mais raros de bebês que têm dentição prematura de antes de nascer. Dependendo do caso, pode ser necessário fazer uma extração.

Como aliviar a dor do nascimento dos dentes 

Para aliviar as dores do nascimento dos dentes do bebê, existem táticas que podem ser adotadas pelos pais. 

Massagem no corpo

A massagem de reflexologia pode ajudar a aliviar a dor do bebê, podendo ser feita após o banho, enquanto o bebê está quente, confortável, limpo e relaxado, ajudando a diminuir a irritação do bebê por causa do nascimento dos dentes.

Como fazer?

Primeiro, deve-se pressionar levemente o polegar de forma circular a parte de trás dos 4 dedinhos do pé, deslizando até à base do dedo.

Segundo, o polegar deve ser dobrado, pressionando desde a unha até à base do dedo, deslizando, repetindo de 2 a 3 vezes.

Terceiro, deve-se pressionar suavemente a parte que fica entre cada dedo do pé do bebê. 

Isso vai ajudar a fortalecer o sistema imunológico e liberar as toxinas do corpo.

Massagem na gengiva

Uma das principais formas para ajudar a aliviar as dores do nascimento dos dentinhos é fazer massagens suaves na gengiva do bebê usando a ponta do dedo. Ele deve estar bem limpo e, a massagem, vai ajudar a aliviar a dor e distrair o bebê.

Higienização

A higienização precisa de uma maior atenção para proporciona uma limpeza melhor para o sorriso do bebê. É preciso usar uma escova infantil com cerdas extra-macias e cabo antideslizante para ajudar na movimentação.

Picolé de leite materno

O picolé de leite materno ajuda a aliviar a dor do nascimento dos dentes de forma nutritiva e saudável. Para isso, as mãos devem ser bem lavadas e as aréolas bem limpas. O leite precisa deve ser retirado, descartando os primeiros jatos de leite, e colocando o restante em um recipiente esterilizado. O recipiente deve ser tampado e colocado em uma bacia com água fria e pedrinhas de gelo por uns 2 minutos. Ele deve ser colocado no freezer e guardado pelo máximo até 15 dias. 

Isso não pode substituir a amamentação e só deve ser feita por no máximo até 2 vezes por dia.

Chá e analgésicos  

Existem alguns medicamentos mais naturais e farmacêuticos que ajudam a cuidar dos sintomas, como os chás de camomila, a calêndula, além de analgésicos específicos. Os medicamentos para uso tópico têm uma indicação restrita, por isso, deve haver uma avaliação médica para evitar o desenvolvimento de hipersensibilidade na gengiva.

Brinquedos 

Os mordedores e brinquedos macios do bebê podem ser guardados na geladeira para serem oferecidos quando estiverem frios para serem mordidos. 

Dores intensas

Quando as dores são mais fortes, é possível perceber conforme o choro fica mais intenso. Elas podem ser aliviadas com o uso de um analgésico infantil como o paracetamol, de acordo com as orientações de um pediatra. Se o bebê ficar com febre ou não conseguir se acalmar, o melhor é marcar logo uma consulta e levá-lo ao médico, pois pode ser o sintoma de algum outro problema.

Febre no bebê – O que devo fazer?

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Os pais de primeira viagem costumam ficar assustados quando percebem que seu pequeno bebê está com febre. Quando o termômetro marca mais de 37 °C começa a correria para encontrar um remédio eficaz. O problema é que o uso errado de medicamento pode ter péssimas consequências.

Os médicos recomendam que não seja usado um remédio só com o objetivo de reduzir a temperatura do corpo do bebê. Uma automedicação é sempre arriscada, sendo que os antitérmicos não agem no que causou a subida da temperatura, só diminuindo a febre.

Ao invés de se preocupação com a febre, o mais importante é a causa. Na verdade, o calor do corpo, quando não passa do limite tolerável, pode ser de grande ajuda para acabar com o causador. Uma febre de até 38.6 °C pode otimizar o sistema imunológico do bebê. Ficar um pouco mais quente permite que o corpo da criança possa se defender, porque aumenta a produção de anticorpos protetores, de maneira mais rápida e atrapalha a multiplicação de diversos micro-organismos prejudiciais.

Quando usar os antitérmicos?

De forma geral, os antitérmicos são necessários na hora de proporcionar um maior conforto para a criança ao aliviar sintomas, como tremores, mal-estar e aceleração dos batimentos do coração.

Se a criança está quente, mas continua animada pela casa, não é preciso recorrer ao medicamento. Crianças que sofrem de problemas cardíacos ou pulmonares, e suscetibilidade de crises convulsivas desencadeadas pela febre.

A decisão cabe o médico, sendo que os menores de 3 anos precisam de uma preocupação maior. Os bebês que estão com uma temperatura alta, independentemente do estado geral, junto de outros sintomas e os que se encontram febris por dias seguidos deve passar por atendimento médico. No caso dos recém-nascidos, qualquer febre deve ser avaliada pelo pediatra.

Remédios para baixar a febre do bebê

Os remédios mais indicados são os antitérmicos como, Acetominofeno, Dipirona, Ibuprofeno de 4 em 4 horas. No caso de aparecerem sinais de inflamação, o pediatra pode prescrever uma combinação de Paracetamol com Ibuprofeno em doses intercaladas de 4, 6 ou 8 horas. A dosagem vai de acordo com o peso da criança. Ele, também, pode receitar um antibiótico se for uma infecção causada por certos vírus ou bactérias.

Geralmente, só é indicado doses após as 4 horas e se o bebê estiver com mais 37,5ºC de febre, porque uma febre mais baixa pode atuar na defesa do corpo, para combater os vírus e bactérias. Por isso, não se deve dar remédio para uma febre mais baixa que essa.

Quando é uma virose, a febre baixa depois de 3 dias mesmo com usando remédios e em caso de infecção bacteriana, a febre só baixa depois de 2 dias do uso do antibiótico. 

Quando o termômetro sobe acima de 37,8 ºC 

Nas crianças pequenas o termômetro pode marcar temperaturas bem mais altas do que isso, porque é uma reação natural do corpo que está começando a aprender como se defender. Em muitas vezes o calor não significa nada grave. Por isso, não se preocupe tanto.

Quando o termômetro fica entre 37,2 e 37,8 ºC 

Uma temperatura que fica um pouco acima de 37ºC sinaliza que a febre está vindo. Porém, quando a febre se manifesta, o ideal é deixar o termômetro por perto para verificar se o corpo não vai esquentar demais.

Quando o termômetro fica em até 37,2 ºC 

Cada organismo funciona de forma diferentes e a temperatura pode variar de pessoa para pessoa. Mas, normalmente, a temperatura de até 37,2ºC, é sinal de que tudo está bem.

Métodos caseiros para baixar a febre

Panos úmidos

Colocar compressas de mornas na testa, nuca, axila e virilha, podem proporcionar um maior conforto à criança.

Muito líquido

A febre pode causar desidratação, por isso, suco, chá, leite e água são importantes para que o corpo funcione bem até a temperatura baixar.

Roupas leves

Para ajudar o organismo a equilibrar a temperatura, o ideal é tire o excesso de roupas.

Banhos mornos

Um banho morno com uma água a 36 ºC ajuda a aliviar o mal-estar do corpo e a baixar a temperatura.

Se depois de tentar tudo a febre não ceder, é recomendado ir ao pediatra.

Cocô do bebê – O que é normal?

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Mudanças no leite materno, infecções intestinais ou problemas no estômago podem mudar a aparência das fezes de um bebê, sinalizando alteração no seu estado de saúde.

Flora intestinal

O intestino começa a se formar já na quarta semana de gravidez, sendo que não será usado enquanto o bebê estiver no útero. Ele começa a funcionar quando o recém-nascido passa pelo canal vaginal, fazendo um contato direto com os microrganismos da flora intestinal da mãe.

O desenvolvimento das bactérias dos bebês nascidos de parto normal é melhor do que as crianças que nascem de cesariana, contribuindo para a nutrição e para a imunidade. Quem nasce de parto normal tem menos chances de se tornarem obesos quando forem adultos.

Primeiras fezes

O leite materno é rico em carboidratos e prebióticos que mantém a flora intestinal equilibrada. As primeiras fezes são chamadas de mecônio, com uma textura mais pegajosa, indo do verde-escuro até o quase preto. Por volta do quinto dia do nascimento, a cor vai se tornando mais clara, indo do amarelado ao marrom, com textura entre líquida e pastosa.

O cheiro das fezes mostra quanto tempo ficou dentro do intestino. Quanto mais contato com as bactérias do organismo ele tiver mais forte é o cheiro. Durante as mamadas exclusivas do leite de peito não, o cheiro não é tão ruim quanto os que tomam fórmula ou alimentos sólidos.

Já para a frequência de evacuação, não existe uma regra geral, porque existem bebês que fazem cocô depois de cada mamada e outros que podem demorar até sete dias para liberar as suas fezes.

Doenças que mudam o cocô do bebê

Cor

As mudanças de cor das fezes do bebê estão ligadas a quantidade de tempo que os alimentos levam para passar pelo intestino, ao tipo de alimentação ou a problemas de saúde.

As fezes amarelas são as normais para o bebê, principalmente para os que só se alimentam com leite materno. No caso dos que são alimentados com fórmula láctea, devem apresentar a cor amarelo escura, mais próximas da cor marrom. O cocô de cor amarela só são preocupação na forma de diarreia.

As fezes verdes costumam aparecer na primeira semana de vida ou quando a alimentação é exclusiva de leite materno, com uma tonalidade verde clara. Porém, ela, também, pode aparecer por causa de uma infecção, mudança do leite, intolerância a alimento ou uso de medicamentos. Um cocô esverdeado brilhante, com textura de espuma, pode indicar que o bebê está sugando só o início da mamada do peito, que possui mais água.

Após a segunda semana de vida ou se o tom verde ficar mais forte, é preciso fazer uma consulta com um pediatra para descobrir qual é o problema. Em relação às fezes esverdeadas espumosas, o bebê precisa secar toda a mama antes de ir para o outro peito, para conseguir absorver a gordura e as calorias necessárias do leite.

As fezes brancas podem ser sinal de problemas de má digestão por causa da falta de bile, que é um líquido produzido pelo fígado para a digestão das gorduras que causam a cor escura delas. Se a cor ficar por mais de 2 ou 3 dias, é preciso ir a um pediatra, porque o bebê pode estar com algum problema no fígado, podendo levar à perda de peso por má digestão.

As fezes podem ficar vermelhas devido ao aumento no consumo de alimentos como a beterraba, feijão ou amora. Mas, é preciso muito cuidado, porque pode ser sinal de que há sangue no trato intestinal, que pode ser provocado por infecção intestinal, prisão de ventre, hemorroidas ou alergia alimentar, sendo necessário procurar um pediatra o mais rápido possível para identificar a presença e a causa de sangramentos intestinais.

Já a cor marrom escura pode aparecer por causa de lesões no trato intestinal ou sangue de feridas nos seios da mãe, que acaba sendo ingerido pelo bebê. Porém, pode, também, ser o sinal de que o bebê está tomando suplementos alimentares que escurecem as fezes. No caso do bebê que toma suplementos, a mudança de cor é normal, precisando só observar se melhoram no fim da medicação. Mas, se não possui causa aparente, deve-se procurar logo o pediatra.