Andador – Usar ou não usar?

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Devido a ansiedade de ver o filho a dar os primeiros passos, muitos pais usam o andador para facilitar o aprendizado. Alguns pensam que ele facilita o processo de andar e proporcionam uma maior liberdade

Mas, na verdade, as coisas não são assim.

Ele não é inofensivo

Eles realmente parecem inofensivo, porém podem prejudicar o desenvolvimento motor e intelectual das crianças, e aumentando as chances de ocorrer algum acidente mais grave.

Popularidade 

uso do andador ainda é bem popular com os pais, mesmo com a opinião contrária dos pediatras. Alguns pensam que ele pode proporcionar uma maior segurança para os bebês, evitando que ele caia. Outro pensamento errado é o de que o isso dele pode melhorar a sua mobilidade e que ajudaram no desenvolvimento.

Entretanto, a ideia de que o andador é seguro é completamente errada. Na verdade, o andador é o produto infantil mais perigoso de todos. Um terço dessas lesões que ocorrem com os bebês e que são mais graves, são causadas por ele. A criança pode ter…

fraturas,

traumas cranianos,

queimaduras,

intoxicações,

afogamentos,

quedas mais graves. 

Os pais devem deixar a preguiça de lado para não recorrer ao andador devido a sua uma maior disponibilidade para quem está cuidando. Quando não há como deixar que a criança fique perto, o ideal é usar o cercado e colocar alguns de seus brinquedos próximos dela.

Motivos para não o usar

Atrasa o processo que faz a criança andar

Para que a criança ande sozinha, ela precisa passar por todo um processo de desenvolvimento. Deixar o bebê no andador sem que ela tenha começado a ficar de pé sozinha ou com apoio, pode fazer com que ela comece a andar sozinha mais tarde do que o ideal.

Dificuldade em aprender a pisada correta para começar a andar

Quando o bebê é colocado no andador, a posição do corpo dele fica incorreta, podendo levar a uma má postura, problemas na coluna ou até dificuldade para andar. Uma criança que permanece muito tempo no andador, acaba engatinhando menos. Saber engatinhar é fundamental para o desenvolvimento dos músculos que ficam nas pernas e que ajudam a fazê-lo andar sozinho. 

Maiores chances de se machucar

Quando o bebê fica no andador, há mais risco de que ele caia e tropece no tapete, cadeiras ou nos brinquedos que ficam jogados no chão.  Também, há um grande risco de que ele caia das escadas e perca o seu controle ao ganhar maior velocidade. A situação pode acabar sendo grave, pois pode aumentar o risco de que ele bata a sua cabeça.

O andador só é recomendado em casos especiais de crianças com problemas neurológicos.

Atrapalha o desenvolvimento das articulações 

Deixar o bebê no andador pode causar lesões nas articulações dos pés e das pernas, porque os músculos da parte inferior do corpo não estarão fortes o suficiente. Isso acaba aumentando o risco de ocorrerem lesões.

Prejudica o seu desenvolvimento intelectual

Ao ficar preso no andador, ele é impedido de fazer uma maior exploração naquilo que está a sua volta. Isso faz com que o bebê tenha uma curiosidade menor em relação aos seus brinquedos, pois não conseguirá pegar nada que estiver no chão.

Como fazer com que o bebê possa começar a andar mais rápido

Na maioria das vezes, a criança começa a dar os seus primeiros passos a partir dos 9 meses de vida, e já consegue andar sozinho e com segurança por volta dos 15 meses.

Para que o processo de aprendizagem seja mais rápido, existem algumas coisas que podem ajudar:

Segurar as mãos da criança e andar com ela

Deixar que o bebê andar descalço;

Ficar um pouco distante dele, chama-lo com os braços abertos para incentivá-lo a andar;

Ficar um pouco distante dele, chama-lo com o seu brinquedo favorito nas mãos para que ele tente pegá-lo. 

Para que todo o processo para aprender a andar dê certo, é preciso sempre manter a calma para que possa passar uma maior segurança para que ele tenha vontade de explorar o ambiente a sua volta. Ele precisa se sentir estimulado e com a confiança de que tudo irá bem e que alguém para lhe socorrer se houver algo. 

18 cuidados essenciais para os recém-nascidos

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1 – Primeiras vacinas

Na maternidade, o recém-nascido deverá fazer o teste do pezinho, olho, do coração e da língua para verificar se ele possui alguma doença ou qualquer outra ameaça à saúde. Além disso, ele tomará as suas primeiras vacinas.

2 – Amamentação

A primeira mamada deve ocorrer de preferência logo após o parto. Mas, mesmo que isso não ocorra, o importante é começar a estabelecer um contato que torne mais fácil a amamentação.

3 – Banho

Na maternidade, a enfermeira dá o primeiro banho para ensinar as mães como fazer em casa passo a passo.

4 – Fralda

Quando o bebê ainda é um recém-nascido, a fralda não precisa ser trocada sempre que ele fizer xixi. Porém, mesmo assim, o gasto com elas ainda será bem alto, pois em média um bebê recém-nascido pode fazer coco 8 vezes por dia.

5 – Coto umbilical

O coto umbilical é o resto do cordão umbilical que fica no bebê e que, normalmente, cai nas primeiras duas semanas de vida. Durante esse período, é necessário que a região seja higienizada, usando álcool 70% toda vez em as fraldas são trocadas.

6 – Nariz

O nariz do bebê não deve ser higienizado apenas quando escorrer ou ficar entupido. Ele precisa ser limpo usando só soros fisiológicos de bebês.

7 – Orelhas e olhos

Na hora de higienizar as orelhas é só pegar a toalha de banho do bebê ou um cotonete e molhar um pouco, passando suavemente na parte externa da orelha e depois secando. Para limpar os olhos deve-se usar a água e o algodão na hora que ele estiver tomando banho.

8 – Boca

Não é preciso limpar a parte de dentro da boca, bastando limpar os lábios depois de cada mamada.

9 – Mãos e Unhas

As mãos e unhas do recém-nascido precisam de cuidados para estarem sempre limpas, porque elas são colocadas frequente na boca pelos bebês.

10 – Colo

Nos primeiros meses de vida é bem comum que o bebê tenha refluxo. Por isso, a cabeça dele deve ficar mais elevada do que o resto do corpo. Ele ainda é muito frágil para segurar a cabeça, sendo preciso apoiá-la com as mãos.

11 – Primeiro passeio

É recomendado que durante o primeiro mês ele não saia na rua. Isso é para evitar que a criança fique exposta à muitas pessoas que podem representar algum tipo de risco para sua saúde. Além disso, a grande movimentação pode deixá-lo irritado.

12 – Visita

Ainda no primeiro mês, as visitas em casa devem ser evitadas. Mas, se isso não for possível, a pessoa precisa estar com uma boa saúde e não ficar por muito tempo próxima do bebê. A mão precisa estar limpa caso queiram pegar a criança no colo.

13 – Banho de sol

Os bebês precisam do banho de sol, porém, antes, é importante falar com um pediatra. Depois que o médico aprovar, o pequeno pode se expor ao sol, mas só as pernas. Ele deve demorar no máximo 15 minutos por dia, antes das 10h e depois das 17h.

14 – Cólicas

As cólicas costumam aparecer depois da terceira semana, junto com os choros. Mas há formas de aliviá-la. Pode ser um chá, uma massagem, uma compressa de água morna ou medicação prescrita por um médico.

15 – Chuleta

 Dar chupeta para o bebê nunca é uma boa ideia, mas, se ainda quiser dá-la, faça isso só depois de duas semanas de vida. Ela pode prejudicar a alimentação e a dentição.  

16 – Pediatra

A consulta com o pediatra deve ser marcada para a mesma semana em que a criança receber alta do hospital. Ela é importante, porque o médico irá saber como vai a amamentação, a saúde do bebê e a sua adaptação fora do útero.

17 – Tranquilidade

Dentro do útero da mãe, o bebê pode desfrutar de um mundo silencioso. Assim, a melhor forma de ajudá-lo a se adaptar ao mundo exterior sem deixá-lo irritado, é oferecer uma casa silenciosa nos primeiros dias de vida.

18 – Pele amarela

Muitas crianças apresentam icterícia, que é quando o bebê fica com a pele amarela nos primeiros dias. Normalmente, isso vai melhorando e a cor vai sumindo. Porém, isso não acontecer, é necessário vário levar o bebê ao pediatra.

Segurança dos bebês: Dicas para evitar acidentes com bebês de 0 a 3 meses

Ele NUNCA deve ficar sozinho

Mesmo os recém-nascidos não devem ficar sozinhos, porque eles podem virar ou girar o corpo. Os lugares mais perigosos para eles são: banheira, carro, superfície levantada como um trocador e uma cama de adulto. Assim, se por exemplo o telefone tocar, o bebê precisa ser levado junto com você.

Ele NUNCA deve ser sacudido

É normal que nos primeiros dias sejam difíceis, pois você pode não entender o porquê de o bebê estar chorando. Ficar irritada algumas vezes é natural, mas independentemente do quão frustrada esteja, não agite ou sacuda a criança. Ele pode ter a síndrome do bebê sacudido que causa efeitos dramáticos nele.

Dormindo

Para diminuir as chances de ocorrer a síndrome da morte súbita, o pequeno deve dormir na posição de barriga para cima em um colchão que seja firme. O colchão deve ficar justo no berço sem espaço para o bebê ficar preso nas laterais. Sempre verifique se não há nada quebrado e se o berço possui o selo do INMETRO.

Os cobertores, travesseiros, protetores de berço, almofadinhas, bichinhos de pelúcia e enfeites podem ser lindos, mas não devem fazer parte do berço enquanto o bebê estiver nele. Quanto menos coisa houver, mais seguro e local se torna, pois, além do risco de sufocamento, o excesso de objetos ajuda o bebê a escalar o berço.

Na hora de colocá-lo para dormir, escolha um macacão quente ou um pijama para ele usar ao invés da manta, pois ela pode enroscar no bebê e sufoca-lo.

Temperatura

Para o recém-nascido, o ideal é que fique em uma temperatura ambiente confortável. Ele possui uma menor capacidade de ajustar a temperatura do corpo como um adulto. Isso é porque eles só conseguem suar em volta da cabeça. A cabeça precisa ficar descoberta e se a cabeça estiver úmida de suor retire uma camada de roupa.

Banho

Na hora de dar banho utilize o encosto da banheira para auxiliar no banho, mas não proporcionam uma real segurança. Infelizmente, alguns bebês acabam se afogando ou escorregando no encosto. O bebê não deve ficar sozinho na banheira, e o uso de tapetes antiderrapantes podem ser de grande ajuda na hora em que as mamães estão dando banho.

Brinquedos

indicação da faixa etária dos brinquedos deve sempre ser seguida, pois crianças menores costumam usar os sentidos para interagirem com o ambiente ao seu redor e acabam colocando os brinquedos na boca. Se um brinquedo possui alguma peça pequena que pode se solta facilmente deve ficar longe. Além disso, alguns brinquedos destinados a crianças maiores podem soltar tinta tóxica e acabar sendo colocados na boca.

Fique de olho no selo de qualidade e segurança do INMETRO.

Ele não deve dormir na cama dos pais

Deixar a criança no próprio berço para dormir pode não ser fácil, mas os pais nunca devem levar o bebê para dormir na própria cama. Isso é muito perigoso, pois podem dormir também e acabar sufocando o filho.

Protetores nas grades do berço

Os protetores acolchoados nas grades do berço são contraindicados, porque o bebê pode acabar com em baixo do protetor e sufocar. Os pais pensam que colocando os protetores a criança não irá prender o braço ou os pés entre as grades. Porém, o ideal é as hastes das grades tenham uma distância entre si que impeça que isso aconteça.

Chupetas e prendedores

Chupetas e prendedores que são customizados podem representar um grande perigo, porque peças que foram coladas podem acabar se soltando e serem engolidos. Além disso, as tintas e colas usadas podem ser tóxicas. Todas as chupetas precisam ter o selo de aprovação do INMETRO.

Outros perigos em casa

Qualquer objeto pesado ou que pode se quebrar deve ficar longe do alcance de criança de qualquer idade.

berço e o trocador não devem ficar perto das janelas e das cortinas.

Fique atento quando estiver com o bebê no colo para não tropeçar ou cair, e acabar acontecendo um grande acidente. Coloque luzes noturnas e tapetes antiderrapantes em pontos estratégicos e instale corrimão nas escadas.

Por fim, nunca deixe o seu bebê fora da vista de um adulto responsável. 

Petiscos para bebê – pode?

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As crianças adoram guloseimas como pirulito ou chocolate. Mas nada disso é saudável. Elas devem ser incentivadas desde pequenos a comer comidas que fazem bem para saúde.

Comendo com as mãos

Os petiscos são práticos para as crianças comerem, pois podem ser pegados com maior facilidade. Além disso ajuda com o desenvolvimento da coordenação motora e aumenta as opções do cardápio.

Os bebês que ainda possuem poucos meses gostam de pegar os alimentos e levá-los a boca com a mão. Por isso, para que a situação fique mais divertida para eles, você pode deixar um prato de petiscos por perto na hora da refeição. Enquanto o pequeno é alimentado normalmente com a colher, ele está livre para pegar algum petisco colocado ao seu alcance, como bolinho de arroz ou uma tira de cenoura.

Na hora da sobremesa e do lanche, de vez em quando, podem ser servidos pedaços, queijo em cubinhos ou goiabada, por exemplo, para que os pequenos possam comer com a mão ou um garfinho.

Quando começar a comer petisco sozinho

Quando o bebê chega aos seus 6 meses e já pode comer a papinha, é a hora de começar a estimular mais o desenvolvimento motor, ampliar o interesse dele em descobrir diferentes sabores e texturas e estimulá-los a comer sozinhos.

Para facilitar toda a situação é bom usar um plástico em cima do caldeirão para diminuir a sujeira danada. O recomendado é colocar um pouco da papinha em um potinho ou prato separado, para que enquanto é alimentado com as colheradas em sua boca. É importante permitir que ele coloque a mão na comida para sentir e se familiarizar com o gosto e a sensação. Isso o ajuda a aceitar a comida e se divertir.

Os petiscos devem ser pequenos e colocados em um prato com separações para que ele possa pegar e comer sozinho. Os melhores para serem servidos nas refeições principais são legumes cozidos, como cenouras, batatas, couve-flor. Para sobremesas o ideal são frutas cortadas em meia lua, como banana ou manga, pera. Para o lanche torrada macia de pão integral ou um palito de queijo.

Recomendações

Por mais que as crianças gostem de doces, o açúcar e alimentos industrializados não devem ser inseridos na alimentação da criança antes dos dois anos de idade e sem a recomendação de um pediatra. Os bebês devem ser estimulados a mastigar e diferenciar os alimentos já no começo da introdução alimentar.

Eles não precisam beber sucos, mesmo os naturais, porque só estarão consumindo a frutose. Ela é o açúcar da fruta, sem as fibras e as vitaminas que realmente importam. Além disso, o bebê deve começar a se acostumar a beber água quando está com sede.

Os alimentos industrializados em excesso fazem mal, tendo uma grande quantidade de conservantes, agrotóxicos e açúcar.

Tempo

É claro que, oferecer uma comida saudável caseira fresquinha pode ser difícil para as mães que trabalham todos os dias. Mas, existem formas de lidar com isso.

Um bom método é cozinhar a refeição para a semana e congelar. Também, é uma boa ideia comprar comida em um restaurante vegetariano por quilo para ter em mãos uma grande variedade de legumes com pouco tempero.

Se ainda preferir a comida pronta, não compre nada das prateleiras de supermercado. A comida deve ser sempre caseira, sendo que há marcas e lojas que fazem comidas para bebês na hora. Normalmente, oferecem papinhas salgadas, todas feitas com ingredientes 90% orgânicos, separadas conforme quantos meses o bebê tem. As papinhas devem ser temperadas só com um pouco de sal marinho.

Além das salgadas, ainda, existem as papinhas doces que são feitas por meio da combinação de frutas e os doces saudáveis feitos com açúcar mascavo, leite de coco e outros ingredientes orgânicos. Os alimentos congelados podem ficar 5 dias na geladeira ou até 30 se for guardada no congelador.

Comida caseira

Preparar as refeições em casa pode ser uma tarefa bem agradável e a melhor opção para as crianças. É importante que as crianças possam estabelecer com a comida e saber como elas ficam prontas. Mas, oferecer as comidas prontas de vez em quando não é algo ruim, desde que elas tenham uma boa qualidade.

Desfralde Noturno: Prontos para iniciar o desfralde do seu filho?

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Agora que foi feito o desfralde durante o dia, chegou a hora do desfralde noturno.

Qual é a hora certa para o desfralde noturno?

Não há problema que haja um intervalo do desfralde diurno para o desfralde noturno. Assim que a criança tiver 3 anos e meio, já é uma boa hora para começar. Um bom sinal de que a criança está pronta fisicamente é quando ela acorda várias noites consecutivas e a fralda ainda está seca.

Se for possível, a melhor época para é isso é durante o calor quando a criança sua mais, faz menos xixi e fica mais à vontade usando menos roupa.

Sinais

A criança dá sinais de quando está pronta para começar o processo. A análise deve ser individual, observando se ela já está a querendo retirar a fralda ou mais interessada em usar o penico. Outro sinal é quando acorda com vontade de fazer xixi ou cocô, com a fralda seca.  

O ideal é ficar atento para as necessidades dela e estimular a retirada das fraldas na hora correta. Ela deve mostrar mais segurança e autonomia para enfrentar o xixi e o cocô.

Dicas para o processo do desfralde noturno

Desfralde noturno não precisa ser junto do diurno

Os dois tipos de desfralde não precisam ser feitos ao mesmo tempo, tudo depende da criança. O recomendado é começar com o desfralde diurno, porque a retirada das fraldas noturnas deve ocorrer quando ela já estiver entendendo a situação.

Explique a mudança

A criança precisa participar e compreender o que está ocorrendo. A melhor maneira de fazer isso é utilizando brinquedos e até livros em relação ao tema. Com a ciência do que está acontecendo, a criança poderá saber melhor como controlar e participar ativamente do processo.

Lugar correto

Para que não tenha que acordar várias vezes durante a noite, a criança precisa saber como fazer xixi sozinho sem problemas. Se ainda não saiba fazer isso é hora de começar a aprender. Ela deve ter algo que possa usar sem ajuda, como um penico, sem o risco de escorregar ou cair durante a noite. Não use escadas, banquinhos ou qualquer outra coisa semelhante.

O indicado é que haja um pinico da sua altura ou um banco grande que não se mova.

Banheiro pela manhã

Quando a criança está acostumada com fraldas, normalmente, ela faz xixi ou cocô na hora em que acorda na fralda. É preciso ficar pronta, pois quando o desfralde noturno ainda é novidade, a criança pode se esquecer que não usa mais fraldas para dormir.

Por isso, logo que acordar pela manhã, ela deve ser levada ao banheiro.

Cama molhada

Molhar a cama é algo inevitável. Por isso é importante se organizar ficar preparado da melhor forma possível. Podem ser necessárias semanas ou meses até a adaptação. A cama deve ser forrada com algum material impermeável, pois os lençóis vão ficar molhados. Outra medida importante é não dar líquidos menos de duas horas antes da criança dormir.

Antes dela ir para cama, deve ser levada para fazer xixi. Ela não deve ser acordada no meio da madrugada, pois isso vai dificultar no aprendizado do controle do xixi. Porém, no começo, os pais podem levá-la ao banheiro uma ou duas vezes por noite.

Luz

A luz noturna é necessária para que a criança possa ir ao banheiro. Deve ser deixada uma luzinha no quarto para que ela vá fazer suas necessidades sem se atrapalhar.

Decisão da criança

Caso a criança queira parar de usar fraldas a noite logo após parar de usar durante o dia, é preciso aceitar a decisão. É importante que ela tenha vontade de parar de usar fraldas. Por isso, vale ter uma boa conversa com ele para que entenda o processo.

Naturalidade

A criança deve encontrar segurança em seus pais diante da situação. Às vezes ela pode não estar realmente preparada, pois alguns apresentam e um ritmo mais lento ao lidar com o que é novo. As crianças nunca devem ser culpadas ou pressionadas

Não voltar atrás

Apesar das dificuldades, não é bom voltar às fraldas noturnas no processo da retirada. Se houver muita dificuldade, o melhor é conversar com o pediatra.

Como se preparar para deixar seu bebê com uma babá

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ideia de deixar seu bebê com outra pessoa é algo bem difícil para as mães que trabalham. Conforme a hora de voltar ao trabalho se aproxima maior vai ficando a preocupação, sobre se uma outra pessoa poderá que cuidar bem dele.

Apesar de ser um assunto delicado, é possível diminuir o impacto das mudanças e tornar o processo mais fácil.

Informações

A primeira coisa a fazer para ficar mais tranquila na volta ao trabalho é ter a certeza de que seu bebê está sob os cuidados de uma pessoa confiável. Para isso, é preciso se informar, pedir referências e até avaliar o que será melhor para todos. Mas, tudo isso deve ser feito com antecedência para garantir a satisfação com a escolha.

A babá que cuidará de seu filho deve ser de confiança, por isso, a procura pode ser difícil. O ideal é que desde bem pequeno o bebê e você já tenham estabelecido uma certa familiaridade. Não é fácil dividir os cuidados com uma babá, principalmente, quando a criança ainda é recém-nascida. Mas não é ruim dar espaço aos poucos para que uma outra pessoa faça parte da vida de seu filho. Isso vai ajudar no processo de transição.

Comece deixando o bebê sozinho com a babá por curtos intervalos e vá aumentando o tempo de ausência aos poucos.

Empregada da família

babá proporciona uma atenção mais individualizada para a criança e os pais podem ditar as suas próprias regras. Apesar de boa parte das pessoas escolher uma pessoa que já trabalha em casa para atuar como babá, essa pode não ser a melhor opção para ficar com o seu filho.

Mas, a verdade é que, ter uma pessoa que já é da casa para cuidar da criança facilita muito. É preciso saber escolher bem a profissional para que ela siga corretamente as recomendações que foram feitas pelos pais.

Quando uma funcionária já está trabalhando para a família desde o nascimento do bebê, é fácil orientá-la. A adaptação da nova rotina deve ser de, no mínimo, um mês antes de terminar a licença-maternidade para ver as reações do bebê e deixar bem claro as funções de responsabilidade da babá.

Faça uma lista com o cronograma da criança e os horários em que ela pode brincar, comer, tomar o banho de sol, etc.

Gastos

Uma das vantagens de ter uma babá em casa é que o custo pode ser menor do que colocar o bebê no berçário. Além disso, se você atrasar na hora de chegar em casa ou precisar de alguém que durma com as crianças, ela poderá ficar com a sua criança.

Porém é sempre importante ficar sempre de olho nos direitos dela, que são os mesmos de qualquer outro trabalhador doméstico. Ela deve ser registrada e possui o direito de ter, ao menos, um salário mínimo por 44 horas semanais e o seu 13º salário, receber a aposentadoria, férias, licença-maternidade, hora extra, etc.

Na hora de contratar, a preferência é encontrar uma pessoa que possua uma formação especializada, tenha feito curso de primeiros socorros e de segurança.

Atenção

Observe se a criança fica feliz e se muda de comportamento quando está perto da sua babá. Muitas pessoas tem medo de contratar uma pessoa desconhecida para ficar a sós dentro de casa com o filho. 

Os pais precisam se sentirem seguros na escolha, sendo existem alguns cuidados que podem diminuir o risco de maus-tratos, como chegar em casa mais cedo e sem avisar e ver como seu filho está sendo cuidado.

Não recomendável, mas podem ser instaladas câmeras em posições estratégicos e/ou a babá eletrônica pode ficar ligada para que possa acompanhar à distância. Entre tanto, por lei, a babá deve saber.

Mantenha contato diário

Mantenha uma boa comunicação com a babá e anote em um papel todas as formas de contato de outras pessoas de confiança para o caso de aparecer alguma emergência.

A comunicação deve ser constante para que a babá conte para os pais como o filho se comportou, se está comendo da forma certa, se caiu, etc.

Obs.: Para cuidar de um bebê é necessário que a pessoa goste de crianças realmente. 

A importância do Pré-natal Masculino

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O pensamento de que o pré-natal é algo só destinado à mulher é um dos elementos que ajuda a aumentar a cobrança em cima das mães em relação ao cuidado com os filhos.

Pré-natal

pré-natal é o acompanhamento da gestação para a avaliação da saúde da grávida e do bebê. Ele é oferecido e recomendado pelo SUS, e ocorre por meio de seis consultas, exames prescritos pelo médico e participação em palestras e reuniões. Com ele, é possível descobrir se há alguma anormalidade no desenvolvimento do bebê e, se ele ou a mãe correm o risco de ter alguma doença ou infecção.

Para aumentar a participação dos pais na gestação de seu filho foi criado o programa de pré-natal do homem pelo Ministério da Saúde em 2011.

O que é o pré-natal masculino?

Normalmente, as pessoas acham que o pré-natal se trata de uma série de exames a gestante faz, trimestralmente para garantir a sua saúde e a do bebê. Porém, o existe o pré-natal masculino, que é direcionado aos homens durante a gestação de sua parceira.

O objetivo é fazer com que os homens passem a cuidar mais da saúde e ajude a prevenir doenças que podem ser passadas para a gestante e o bebê na gravidez. Também, é uma forma do pai ser incluído no período da gestação, já que é um benefício para o casal e a criança.

Como funciona o pré-natal masculino?

Antes, as ações em saúde eram voltadas para às mulheres. Com a implementação do pré-natal masculino, os homens podem se envolver integralmente na gestação, no parto, no cuidado e na educação. Uma atuação mais ativa faz com que os homens possam aprender mais sobre as responsabilidades, os compromissos, os deveres e as alegrias durante o aprendizado

O pré-natal masculino é responsabilidade das unidades de atenção básica dos municípios. Ele está presente nas políticas de saúde de todos os 26 estados e do Distrito Federal.

Com o resultado positivo da gravidez, a mulher é começa a entrar na rotina do pré-natal oferecido pelo SUS. É esse o momento que, também, deve começar a realização de exames e testes pelo parceiro. Na unidade de saúde, o homem faz os exames de rotina, testes e recebe a carteira de vacinação atualizada. São passadas informações em relação aos riscos e prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, a possibilidade de fazer a vasectomia e, se necessário, são podem ser solicitados outros exames preventivos.

O pré-natal para os homens é, também, uma forma de mostrar aos homens que não costumam ir ao médico a importância dos exames preventivos. Os homens sofrem mais com o agravamento de doenças e acabam se consultando com o médico quando as doenças estão em estágio mais avançado.

Benefícios para o homem

O pré-natal masculino…

Aumenta o engajamento no tratamento contra a sífilis e o HIV, diminuindo as chances de transmissão para o bebê;

Facilita e incentiva os homens a fazerem parte das ações e serviços de saúde;

Ajuda a unir mais as famílias, com o maior envolvimento dos homens no cuidado com a saúde da mãe e do bebê;

Proporciona uma maior participativa da paternidade, ajudando no desenvolvimento físico, emocional e social aos filhos;

Estimula os homens a se cuidarem melhor, diminuindo a proliferação de doenças agudas e a mortalidade, ajudando a melhorar a qualidade de vida.

Primeira consulta do pré-natal masculino

Na primeira consulta o homem…

Fica inteirado da importância de sua participação na gestação;

Passa informações pessoais e socioeconômicas;

É orientado em relação ao seu acompanhamento no pré-parto, parto e pós-parto;

Recebe informações sobre a realização dos exames que podem identificar doenças, como a sífilis e HIV;

Trabalha a reação com a descoberta da gravidez e o sentido da paternidade;

Recebe orientações em relação aos métodos contraceptivos e de prevenção de DSTs;

É orientado sobre a vacinação e os serviços de saúde.

Segunda consulta do pré-natal masculino

Ocorre a análise dos resultados dos exames.

Estabelecimento dos tratamentos necessários.

Participação em grupos relacionados com a masculinidade e a paternidade.

Por que é importante?

É importante que os pais entendam que o nascimento do bebê é um momento único e que sua presença faz toda a diferença para a mãe.

10 itens para ajudar na introdução alimentar do seu bebê

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A introdução alimentar é muito importante para que a criança tenha uma alimentação mais equilibrada e saudável. No período de amamentação a mãe já começa a refletir sobre os hábitos alimentares da família e procura se informar, para se preparar para a introdução alimentar de seu bebê.

Nesse período é preciso esclarecer as dúvidas, sendo que é muito importante ir ao pediatra para fazer o acompanhamento.

Essa fase ajuda a define o paladar da criança para as texturas e os diferentes sabores. Por isso, a alimentação deve ser feita com alimentos naturais sem açúcar ou sal, com nada que seja industrializado.

Preparando o bebê

O ideal é que a introdução alimentar comece aos 6 meses, sendo que antes desse período, a criança só deve consumir o leite materno. Mas a amamentação deve continuar até os 2 anos.

Aos 6 meses, ele pode consumir frutas, legumes, arroz, feijão, macarrão, etc. Isso deve ser feito de forma lenta e gradativa, de acordo com o desenvolvimento do bebê. O melhor é começar com as frutas e, depois acrescentar os legumes, os vegetais mais coloridos, verduras e proteínas. Por fim fica o arroz, o feijão e o macarrão.

Itens importantes para a introdução alimentar do bebê

Se for possível, o ideal é começar a comprar alguns itens já na hora de fazer o enxoval.

Os itens importantes para a introdução alimentar são:

Uma cadeirinha de alimentação;

Uma lancheira térmica;

Alguns potes para congelar a comida do bebê;

Um conjunto de pratinhos de bebê;

Quatro babadores de plástico, silicone ou descartáveis;

Dois pratos Bowl;

Colheres de silicone;

Um porta snacks;

Quatro potes térmicos;

Seis copos de transição / treinamento.

Dicas para introdução alimentar

Nada de sal

O sal não deve ser inserido na alimentação durante o primeiro ano de vida. O indicado é que o bebê comece ingerindo só 350 mg de sódio por dia por meio de outros alimentos.

Nada de temperos fortes

Os temperos mais fortes podem tirar o sabor dos alimentos. Por isso, o ideal é usar as ervas mais básicas e de sabor mais leve, como o alecrim, e evitar os fortes, como pimenta ou noz-moscada durante o primeiro ano.

Nada de sucos de frutas industrializado ou natural 

Quando a fruta é transformada em suco, a concentração de fibra diminui, e a taxas de açúcar podem aumentar a quantidade de glicemia.

Água

Junto com a introdução de novos alimentos, é necessário começar a dar água durante a refeição. Caso o bebê não tenha vontade de beber, deixe um copo cheio à vista para ele pedir quando for sentir sede.

Legumes e frutas

O começo pode ser tanto com frutas quanto com legumes. Os legumes devem ser oferecidos nas refeições do almoço e do jantar. No caso das frutas, o recomendado é que sejam as mesmas ingeridas pela mãe na gestação para que a criança se lembre do sabor.

Mastigação

O alimento precisa ser amassado com um garfo para que fiquem pequenos pedaços para o bebê comer. Isso fará com que ele tenha que mastigar, aprendendo o movimento da mastigação e sentindo melhor o sabor.

Não camuflar um alimento em outro

Esconder um legume ou verdura no meio da carne, por exemplo, quando o bebê rejeita o alimento, não é bom. Isso, porque é importante que a criança sinta a textura.

Quantidade

Não determine uma quantidade de alimento, pois cada corpo é único. O recomendado é que sejam realizados testes para oferecer a quantidade que o bebê conseguir comer. Algumas crianças podem comer uma grande quantidade de alimento durante as refeições e outras só comem uma quantidade menor. O importante é que, de um jeito ou de outro, o bebê cresça e se desenvolva. É a criança que deve estabelecer quanto deseja comer.

Rejeição ao alimento

Mesmo que o bebê rejeite um alimento na primeira vez, é preciso continuar insistindo. Em seu primeiro ano, o corpo da criança passa por várias mudanças que afetam a sua percepção dos alimentos. O importante é ter sempre paciência e, após a primeira tentativa, espere umas duas semanas para oferecer o alimento de novo.

Uma boa ideia é que o alimento seja apresentado com diferentes formas de preparo.

Melhores brinquedos para bebês de 18 a 24 meses

  Quando chega a idade de quase dois anos o seu filho irá começar a mudar a forma como vê o mundo, precisando agora desenvolver outras técnicas e habilidades que irão permitir ele ter um novo nível de conhecimento e assim estar cada vez mais habituado com o mundo. Isso é um processo que pode ocorrer de diferentes formas, sendo uma das mais práticas e ainda prazerosa para o pequeno por meio dos brinquedos.

    A medida que o bebê cresce e suas necessidades se modificam os brinquedos, que são de onde boa parte dos conhecimentos e habilidades dele podem ser desenvolvidas, também precisam modificar, se adaptando as necessidades do pequeno. Mas, e quando o bebê tem idade entre 18 a 24 meses qual seria o tipo de brinquedo mais indicado e como ele iria funcionar no desenvolvimento das habilidades dos pequenos? Você gostaria de saber tudo sobre? Então, vamos lá!

Quebra cabeça

    A nossa primeira indicação é o quebra-cabeça que irá estimular a percepção lógica dos pequenos e noções de encaixe. 

Por meio disso ele conseguirá associar as peças a imagem que precisa ser montada e sentir prazer a medida que o desenho começa a se formar em sua frente. Isso é bem prazeroso para o bebê a medida que o pequeno irá conseguir aprender mais com isso. É necessário ainda que os pais estejam sempre por perto para ver o que o bebê faz com as peças, uma vez que precisam supervisionar para que não coloquem na boca.

Encaixando peças

    Outra dica é o brinquedo de encaixe de peças, como o cubo didático, que desenvolve muitos aspectos em habilidades do bebê, levando em consideração as mesmas habilidades que o quebra-cabeça desenvolve. Ou seja, o pequeno irá desenvolver a criatividade, percepção e ainda criatividade, com desenvolvimento de aspectos visuais e de inteligência. 

Os brinquedos de encaixe devem trazer peças grandes e a criança deve sempre jogar supervisionada pelos pais ou adulto responsável.

Livros de banho

    Chegou o momento de incentivar o seu pequeno a ler, e a nossa dica neste momento é utilizar para isso os livros de banho, que são feitos com material plástico e facilmente manuseados pelos pequenos, com histórias que desenvolvem a inteligência, criatividade e leitura do pequeno. 

Os livros podem ser usados pelos pequenos sempre que necessário, não somente no banho, o nome repete apenas ao fato de que podem ser molhados sem nenhum desgaste imediato aparente. Os pais, como em qualquer brincadeira do pequeno nesta idade, ou ainda adulto responsável, devem supervisionar a brincadeira do pequeno.

Giz de cera e pintura de dedo

    Um brinquedo que pode ser muito utilizado pelos pequenos é o giz de cera juntamente com a pintura de dedo, sendo uma espécie de brincadeira responsável por desenvolver a coordenação motora do seu pequeno. 

Cuide apenas para que ele não coloque nada na boca durante o processo e possa aproveitar ao máximo, desenhando animais, pessoas e tudo o que a criatividade dele permitir, não só pintando desenhos já prontos, mas deixando ele a vontade para criar o que desejar.

Carrinhos pequenos

    Os carrinhos pequenos são amados por todos os pequenos nesta atividade, pois ele está em uma fase que lhe permite ter mais energia e adora se mexer com frequência, tendo a oportunidade de por meio do brinquedo com carrinhos fazer isso com ele pela casa inteira, procure ainda espaços mais abertos para que ele possa se divertir bastante e utilizar toda a energia que tem de forma educativa, estimulando a criatividade, coordenação motora e conhecimento de mundo do seu pequeno, esteja por perto e supervisione sempre para que ele não se machuque.

Instrumentos musicais

    Instrumentos musicais são bastante importantes nesta fase da vida do seu pequeno, tente estimulá-lo com instrumentos de brinquedo e verificar se ele demonstra maior afeição por algum deles, e estimule nele a possibilidade de aprender aquele determinado instrumento com algum real. 

Esse brinquedo estimula a percepção do seu pequeno e ainda a inteligência, possibilitando que ele se desenvolva de maneira saudável.

Participe das brincadeiras

 Esteja sempre presente na brincadeira do seu pequeno sempre que possível para ver como ele está se saindo, se consegue interagir corretamente com todos os brinquedos ao seu redor da maneira correta, já que são indicados para sua idade. E ainda, seu filho sentindo você presente em todas suas conquistas, ficará mais seguro com a sua presença sempre e poderá crescer psicologicamente saudável.

Melhores brinquedos para bebês de 12 a 18 meses

    Dependendo de qual seja a idade do seu filho as necessidades no processo de desenvolvimento dele se modificam e se torna necessário promover habilidades que antes ele não tinha a capacidade suficiente de desenvolver, mas que a partir de determinada idade ele acaba podendo desenvolver esta habilidade. 

Na idade de 12 a 18 meses ele apresenta a possibilidade de aprender mais sobre percepção, criatividade, leitura, interação, entre outros.

    Na hora de desenvolver as habilidades do seu pequeno a criatividade pode reinar, pois você pode pensar diversas formas de fazer isso, mas sem contradições dizer que os brinquedos tem uma forte capacidade de auxilio neste processo, e por isso são indicados pelos profissionais da saúde aos pequenos, uma vez que eles conseguem aprender brincando de forma bem gostosa.

    Mas, você sabe quais são os brinquedos indicados para os pequenos com idade entre 12 e 18 meses? Ainda não?! Se não, está no post certo, pois iremos hoje te indicar os melhores brinquedos para bebês entre 12 a 18 meses.

Brincando de guardar

    A nossa primeira indicação é desenvolver a habilidade do seu pequeno no que diz respeito à coordenação motora, fazendo com seu pequeno possa ter a oportunidade de aprender mais brincando com pecinhas que ele guarde em algum recipiente e logo depois faça o descarte. 

Como colocar blocos em um baldinho, não sendo em espécie um determinado brinquedo e sim uma brincadeira, que com certeza deve ser supervisionada pelos pais ou adulto responsável enquanto ocorre.

Brinquedos de encaixe

    Brinquedos de encaixe são ainda bastante indicados, seguindo um padrão que você com certeza já deve ter adotado no dia a dia do bebê desde os 12 meses, mas com peças maiores neste período, sendo que agora os encaixes podem tomar forma de brinquedos, como palhaços onde se empilham peças e se encaixes de brinquedo, em peças menores para que ele possa desenvolver ainda mais a inteligência e noção de espaço, como também coordenação motora. 

Sempre, em toda e qualquer brincadeira com brinquedos de encaixe, supervisione seu filho.

Brinquedos de construção de torres

    Os brinquedos de construção com torres também são ótimas oportunidades de desenvolver as habilidades do seu filho nesta idade, por meio desta atividade ele poderá ter noção e ideia de peso, equilíbrio, desenvolver a inteligência e coordenação motora, como também percepção visual. São diversas as habilidades trabalhadas por meio desta brincadeira, e que deixam seu filho ainda mais inteligente e com maior adaptação ao mundo. 

Esteja sempre por perto do seu pequeno enquanto ele utiliza os brinquedos, pois podem existir peças que quando mordidas soltem pequenos pedaços que podem ser engolidos, além disso, acompanhar ele em todo o seu desenvolvimento sempre que possível é algo que auxilia bastante o seu filho a ter autoconfiança e ainda saúde psicológica.

Brinquedos com músicas e som

    Os brinquedos com músicas e som podem ainda continuar no dia a dia do seu pequeno mesmo já estando presentes desde quando ele ainda era menor, sendo indicação, mas mesmo que ele ainda não tenha experimentado algo do tipo, pode incluir e ver o quanto ele vai se sentir bem com isso. 

A ideia não seria especificamente trabalhar instrumentos, podendo também, mas brinquedos que emitem sons, como o som dos animais em livros e bonecos, som do carro de polícia ou de bombeiro, e ainda quem sabe de pedrinhas batendo umas nas outras, afinal de contas, qualquer som educativo é válido nesta idade do bebê.

Brinquedos em madeira

    Os brinquedos de madeira já podem ser introduzidos ao seu pequeno aos poucos, uma vez que são bem educativos e ele já tem a capacidade de lidar com eles sem se machucar, mas cuidado as farpas de madeira no brinquedo, certifique-se de que esteja de fato 100% ok antes do pequeno entrar em contato, sendo uma dica não só para os brinquedos de madeira, mas qualquer outro tipo de brinquedo. 

Os brinquedos de madeira com arames contem peças que podem ser mexidas ao longo de caminhos, incentivando a criatividade, inteligência e noção de espaço do seu pequeno, além de serem bem coloridos e estimular visualmente.

Incentivando o bebê a andar

   Na nossa listagem não poderia faltar a indicação de incentivar o seu bebê a andar, que é introduzindo nele os primeiros passos por meio do andador, um brinquedo que geralmente vem acoplado a outros brinquedos, permitindo que ele possa andar pela casa e se divertir ainda mais com isso. 

Cuidado com os objetos e móveis que estiverem ao alcance dele, delimitando o espaço e acesso. Esteja sempre que possível junto do seu filho em todas as brincadeiras, e quando não puder, ele precisa de outro adulto responsável.